Um dos três suspeitos de assassinar gerente de balada em SP é natural Sertão da Paraíba47736

Um dos seguranças, também alvo dos tiros, escapou porque a bala ficou retida no aparelho celular que ele mantinha junto ao corpo.

Celular reteve bala que atingiria segurança em casa noturna de Mauá, no ABC — Foto: Reprodução/ TV Globo

A Polícia Militar prendeu na manhã deste último domingo (19), três jovens acusados de assassinar o gerente da boate La Bodegas, em Mauá, no estado de São Paulo, ainda durante a madrugada do domingo. Um dos seguranças, também alvo dos tiros, escapou porque a bala ficou retida no aparelho celular que ele mantinha junto ao corpo.

O autor dos disparos, o paraibano, natural de Nazarezinho, município do Sertão da Paraíba. Atualmente o jovem residia com sua família no estado de São Paulo.

Entenda o Caso

De acordo com informações da Polícia Militar, por conta de uma discussão com seguranças do estabelecimento alguns rapazes foram expulsos do local. Mais tarde, os homens voltaram ao local e fizeram diversos disparos, matando o gerente do local, Clayton Quinto Freire, 31 anos, que era morador de Mauá, casado e pai de uma criança. Duas outras pessoas também ficaram feridas.

Uma das vítimas foi atingida por um tiro na barriga, mas o projétil foi barrado por um celular que estava na cintura e não adentrou ao corpo.

Após analisar as imagens das câmeras de segurança a policia foi até a casa de um dos suspeitos, que entregou os outros dois comparsas e contou como toda a ação foi realizada. Os três homens presos trabalhavam em Ribeirão Pires, no Restaurante Bar do Vado. O jovem, inclusive é filho do proprietário e já é conhecido pela Polícia.

Após identificar o autor dos disparos, a polícia foi até a casa dele e o encontrou escondido debaixo de sua cama. Questionado, ele confessou ser o autor dos disparos e informou onde a arma estaria guardada, em uma caixa de sapatos na casa de uma terceira pessoa, que seria um amigo dele

Os policiais apreenderem a arma, uma Taurus calibre 7.65 preta, com a imagem de um Coringa cravada no cabo de madeira. O paraibano foi preso por assassinato qualificado e os outros dois, por coautoria.

 

Fonte: Redação do Vale do Piancó Notícias